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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Homens são executados a tiros em Campina Grande e Alagoa Nova

Dois homens foram assassinados a tiros neste domingo na região do Agreste paraibano. Nos dois casos, os acusados pelos disparos foram identificados, porém estão em liberdade.

De acordo com o Comando de Operações da Polícia Militar (Copom), na cidade de Alagoa Nova, o agricultor Marcos Antônio Duarte, 40 anos, foi morto durante uma briga de bar.

Segundo a polícia militar a vítima residia no sítio gameleira, em alagoa nova. o acusado, conhecido como ‘Preguinho’ está foragido.

O outro caso ocorreu na cidade de Campina Grande, onde a vítima foi José Paulo Mateus de Araújo, 19 anos. Segundo o Copom, ele foi perseguido e executado a tiros por um homem identificado como Reginaldo Silva Costa, conhecido como ‘tartaruga’.


Nos dois homicídios, os acusados foram identificados, mas ninguém ainda foi preso.

Fonte: Hyldo Pereira Via: Focando a Noticia

Tablets já substituem PCs baratos, diz CEO da Nvidia

Os consumidores preferem comprar um tablet do que um computador barato, principalmente com a possibilidade de usar o Windows 8 neles, afirmou o CEo da Nvidia, Jen-Hsun Huang.

O executivo afirma que os consumidores já entenderam que um bom tablet é melhor do que um PC de baixo custo, o que mostra uma mudança fundamental na indústria de computadores.

“Atualmente os tablets são versáteis, transformáveis”, disse Huang em uma reunião. “Agora com o Surface e o Windows RT, a distinção entre um tablet e um notebook barato desapareceu… o futuro dos computadores de baixo custo está nos tablets”, continuou.

Os negócios da Nvidia comprovam a posição de Huang. A divisão de tablets dobrou em relação ao ano passado e a área de chips móveis em geral cresceu 50% no período. Huang afirma que a Nvidia deve vender até 30 milhões de processadores Tegra neste ano, e ele acredita que os chips móveis devem roubar mercado dos PCs de baixo custo.

“Na nossa visão sobre PCs é que eles estão sendo engolidos pelos tablets”, disse Huang.

do Olhar Digital

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

ESPECIAL: a era dos cavalos de motores invade o interior do Estado Paraíba

ESPECIAL: a era dos cavalos de motores invade o interior do Estado Paraíba - uma história de vidas reais

A era dos cavalos de motores invade o interior da Paraíba

Agricultor Murilo Araújo em cima de uma moto em Alagoa Nova
Em cima de sua moto de 250 cilindradas, comprada há menos de um ano, o agricultor Murilo Araújo de Sousa se sente livre. E corre muito. A moto corta as estradas estreitas de curvas fechadas do Brejo paraibano sem dificuldades. Não existe obstáculo que impeça o agricultor de redesenhar os sinais dos novos tempos. Para quem está acostumado a tanger o gado, subir na máquina e desbravar a terra dura do semiárido do Estado é uma diversão que o mundo moderno lhe proporciona. Aos 28 anos, morador do sítio Bom Jesus, na zona rural de Alagoa Nova, ele é um dos tantos paraibanos que aposentaram os velhos jumentos e cavalos para se equilibrar em cima de duas rodas, confirmando uma tendência nacional.

O transporte deixou de ser exclusividade do trânsito da capital João Pessoa e invadiu o interior paraibano, chegando com força na zona rural. Das 223 cidades paraibanas é difícil não vê uma pessoa montada em uma moto. E fazem de tudo com ela. O veículo, que chegou ao interior da Paraíba como redenção, mudou a rotina do homem simples da roça e facilitou a vida de muita gente. Aos olhos do homem do campo, a moto virou necessidade. Um meio de transporte rápido, equipamento auxiliar a pecuária e, claro, fonte de renda. Murilo não vive mais sem o transporte de duas rodas e está nela às 7h, quando o gado é tangido para o pasto, e às 16h, quando é levado de volta ao curral. “Aqui o pessoal só toca a boiada de moto”, conta.

Os cavalos de motores mudaram a realidade no interior paraibano. O fenômeno dos mototáxis, que invadiu as grandes cidades, é apenas um reflexo da nova realidade no interior. O sinal dos novos tempos está escrito no chão, riscado na terra, nos estreitos caminhos que interligam fazendas e sítios. Entre pegadas de bois e vacas, marcas de pneus redesenham a imagem das zonas rurais paraibanas. Saem os jegues, pangarés e cavalos de raça; entram os cavalos dos motores das motocicletas, mais rápidos e econômicos que os concorrentes de carne e osso. Uma mudança de cultura impulsionada pelos novos tempos.

O agricultor João Pereira Oliveira Araújo, 52 anos, morador da Rua Patrícia Freire, centro de Alagoa Nova, não sabe mais viver sem a moto. Comprou a primeira máquina há 16 anos. Desde então, nunca mais deixou a moto de lado. Nesse tempo já comprou três veículos motorizados e aposentou de vez o jumento. Com a moto, João Pereira faz de tudo. Ela encurta distâncias e diminui o tempo em que as atividades do campo são realizadas.

A moto é companheira inseparável de todos os dias. O agricultor, que é casado e pai de quatro filhos, ganha a vida em cima de duas rodas. Por dia faz pelo menos quatro viagens para o Sítio Ourique, onde entrega o leite retirado de uma das fazendas da cidade. A estrada de terra e a paisagem fechada da zona rural não são obstáculos. No inverno, quando as estradas ficam cheias de lama, João Pereira só consegue passar na moto.

Na cidade de Fagundes, no Agreste do Estado, as motos disputam espaço com burros, cavalos, pessoas e carros. Estão em toda a parte. Magno Martins de Andrade, de 30 anos, morador do Sítio Candeia, viu na motocicleta a chance de aumentar a renda e resolveu arriscar. Na cidade onde mora, a quase 120 km de João Pessoa, as motos estão em toda a parte. Uma é de Magno. Com ela, o agricultor carrega leite de vaca das fazendas dos pequenos produtores até uma empresa de laticínios da área rural. ”Com a moto eu faço de tudo. Carrego leite, gás de cozinha e a feira, além de levar os meninos para a escola”, contou.

Desde que a moto chegou à cidade, ele abandonou o velho jumento e, hoje, só anda sob duas rodas. Nela, tira o sustento para criar os dois filhos e a esposa Jeane Pereira da Silva. O agricultor conta que, todos os dias, acorda cedo, por volta das 4h, e vai tirar o leite do gado. Minutos depois já está em cima da moto carregando o leite para o sítio Cumbe e outros sítios da região. O irmão de Magno, o agricultor Luciano Martins de Andrade, também viu na moto um meio de ganhar a vida e aposentou o jumento. Ele criou uma fábrica artesanal de queijo e distribui o produto para a região em cima da moto. “Sem a moto o negócio não iria prosperar”, revelou. 

A moto é o veículo que mais se adequa ao bolso e aos caminhos percorridos por Luciano Martins. Em meses de chuva, um riacho transborda e fica impossível passar de carro para o outro lado, onde fica boa parte das criações de gado da área. Com o cavalo mecânico, ele recolhe o leite da propriedade de vários fornecedores, inclusive do irmão Magno.

Sumé, no Cariri paraibano, é um pedaço desse novo retrato que se revela aos olhos de quem trafega pelas entranhas dos estados nordestinos. Nas fazendas de um de seus povoados, os torrões, bois são trocados por motos que, por sua vez, tangem o gado, transportam o leite e carregam na garupa animais recém-abatidos. A moto virou multiuso e já se transformou em um dos principais meios de transportes da cidade.

A dona de casa Janeide Oliveira, 48 anos, há muito tempo aposentou a máquina de costurar. Trocou a máquina por uma moto. É com ela que ganha a vida entregando iogurte na zona rural da cidade. Com a atividade realizada graças ao transporte, cria os três filhos. “É um transporte que me ajuda muito”, conta.

As motos chegaram mesmo para mudar o interior. Nas grandes cidades, elas estão ao alcance dos olhos e do bolso de todos. O comerciante Gilvan da Silva, morador de Vila Santa Terezinha, encontrou na moto um meio de ganhar a vida. Ele já trabalhou em várias funções, mas a atividade que mais se encaixou com a sua realidade foi a exercida em uma moto. Ele passa quase 12 horas em cima da máquina entregando gás. “A moto é o meu ‘ganha pão’”, revela.

No Sertão, a moto chegou para mudar costumes. Em cidades como Sousa, Patos, Pombal e Cajazeiras não existem leis que impeçam os motoqueiros de subir no transporte e exibi-la como se fosse uma conquista, um produto de luxo. Eles cortam a cidade de um lado para o outro, se expondo ao perigo e ignorando o risco de acidentes.

Que o diga agricultor João Hélio, 43 anos, morador do bairro Jardim Brasília. Desde a juventude, como muitos donos de terras da região, ele já andou muito de cavalo. Há mais de cinco anos, não sobe em um animal. E não sente falta. Trocou a cela pelo assento da moto. Nas suas terras, o ronco da motocicleta corta o ar pelo menos duas vezes ao dia. No bairro Vila Nova, em Cajazeiras, as motos também estão em toda a parte.

A engenheira Valéria Barros, assessora técnica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), conta que vários fatores explicam a paixão dos brasileiros, especialmente dos paraibanos, por motos. O espírito de aventura e as facilidades para adquirir o veículo impulsionam a população a adquirir o transporte. Um território sem lei e sem xerife nas cidades interioranas No novo Nordeste que anda sob duas rodas falta de tudo quando o assunto é moto. Leis, respeito à vida e ordem. O município de Fagundes, localizado a mais de 120 km da capital João Pessoa, vive uma situação comum das grandes cidades brasileiras: a inexistência de fiscalização no tráfego de motocicletas.

Na cidade é possível constatar a circulação de duas ou três pessoas, sem o acessório de segurança, em uma única moto. Apesar do alto índice de acidente de trânsito com motocicletas, os motociclistas continuam expondo suas vidas, de suas mulheres, namoradas e filhos circulando sem capacete. Na avenida principal da cidade, a cada instante passam motociclistas sem capacetes, alguns levando crianças e idosos na carona.

As motos que disputam espaço com os pedestres e carros circulam irregularmente. O ambientalista Arame Fablício conta que 90% das motos da cidade estão com licenciamento atrasado. A falta de fiscalização contribui para que a irregularidade permaneça.

Em Galante, distrito de Campina Grande, a situação se repete. A localidade parece ser uma terra sem lei. As motos riscam o chão do distrito e correm de um lado para outro. Os pilotos se exibem, se arriscam brincando com a vida. Em todos os cantos, se vê pessoas pilotando os veículos sem usar o capacete. Muitos transportam crianças e até mais de duas pessoas na garupa. Questionado sobre a irregularidade, o agricultor João da Silva disse que é normal e não se importava. Até mesmo quem foi eleito para fazer leis ignora as infrações de trânsito. Um vereador que tem atuação no distrito confirmou que lá ninguém tem essa preocupação, visto que não se trata de uma grande cidade. “Aqui isso é comum”, revelou.

Ausente de uma fiscalização mais rigorosa, as cidades do interior vêm contabilizando mortes de jovens por acidente de moto e, na maioria dos casos, as vítimas não usavam capacetes e, às vezes, estavam embriagadas. Em Taperoá a fiscalização também anda precária. Não há delegado na cidade para apurar as causas dos acidentes e os poucos policiais que fazem rondas são insuficientes para conter as infrações.

E o que dizer de Queimadas? Na cidade do Agreste da Paraíba, o capacete é um acessório desconhecido de muitos. As motos circulam pela cidade expondo a população ao risco. Em cada rua, em toda esquina, subindo e descendo as ladeiras é fácil avistar mais de duas pessoas em cima de uma moto sem capacete. Em alguns casos, o veículo transporta até três e quatro pessoas de uma só vez. O agricultor José da Silva, morador da zona rural, confessou que costuma transportar a esposa e o filho menor no veículo. Ele está com o emplacamento da moto atrasada e não se preocupa em andar sem capacete. As motos estão sempre se encontrando em Queimadas. Uma cortando a outra.

Alagoa Nova, situada no Brejo paraibano, é o paraíso das motos. Em cima dos "cavalos motores" acontecem coisas que até “Deus” duvida. Só mesmo vendo para crê. Crianças pilotando motos com adultos na garupa; idosos se equilibrando sob as duas rodas; entre outras infrações. Imprudência e desrespeito à vida que transformam a cidade em uma das campeãs de acidentes. Na rua principal da cidade e na travessa Manuel Pereira as motos riscam o asfalto de um lado para o outro. Adolescentes transportam crianças e até bebês sem qualquer segurança. "Aqui muitas motos circulam sem o licenciamento. Os acidentes são constantes", revela o agricultor João Pereira. 

O comandante da CPTRAN garante que o órgão tem agido. Entre junho e outubro, várias equipes foram distribuídas realizando blitzens em cidades como Esperança, Alcantil, Queimadas, Cubati, Olivedos, Serra Branca, Assunção, Boqueirão, Pocinhos, Areial, Lagoa Seca entre outras. Em todas as cidades foram encontradas irregulares e dezenas de motos foram apreendidas. O pátio da Cptran, em Campina Grande, está cheio de motos. "A fiscalização vai continuar. Estamos nas ruas", garantiu em entrevista ao PBAgora.

De acordo com o comandante, as maiores irregularidades registradas nas cidades do interior paraibano são o não uso do capacete, o licenciamento atrasado e a falta de habilitação. O comandante observa que a moto, principalmente as cinquentinhas, viraram uma "febre" no interior, sendo que em muitas cidades o número de transporte circulando cresceu em mais de 100%. Há cidade em que as lojas chegam a vender 700 cinquentinhas por mês. "Tudo isso contribuiu para o crescimento desse fenômeno", disse.

Uma epidemia que dá medo

As estatísticas são alarmantes e dão medo. Todos os dias, nas horas mais imprevisíveis, um acidente de moto acontece na Paraíba. Subir em uma moto, acelerar fundo e avançar rumo ao desconhecido é um risco. O perigo pode está na frente, na próxima esquina. Entre o sinal vermelho e o amarelo, o perigo pode surgir. E se não tiver cuidado o choque inevitável. Ou a queda fatal. As mortes em veículos de duas rodas chegam a 36% nas BRs da Paraíba, segundo dados preocupantes da Polícia Rodoviária Federal.

O problema ganhou contornos assustadores com o recente crescimento econômico, que aumentou o poder de consumo de parte significativa da população, mas atropelou etapas fundamentais de qualquer processo de desenvolvimento. De acordo com a engenheira em trânsito, Valéria Barros, a estrutura social - educação, trânsito, transporte e saúde - entrou em colapso com a onda desenfreada de consumo de motos e motonetas.

De mãos atadas, o país assiste ao extermínio diário de pessoas saudáveis, quase sempre no auge da vida produtiva, conforme relatou ao PBAgora o médico ortopetista Crismarco Rodrigues, que tem uma clínica particular e trabalha no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes. Com 20 anos de profissão, o médico já perdeu a conta das cirurgias que realizou em pessoas vítimas de acidente de motos. Ele garante que a moto é o transporte que mais mutila pessoas. Quando não mata, deixa sequelas para sempre. "É um transporte perigoso", frisa.

Dentro de hospitais como o Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, e o Hospital de Trauma de João Pessoa (os dois maiores hospitais públicos do Estado), o cenário remete a uma guerra. São homens e mulheres, sobretudo jovens, com lacerações, amputações, fixadores de aço e fêmures fraturados. É absolutamente comum entrar em enfermarias ocupadas só por acidentados de motos.

A nova epidemia tem devastado uma geração. No novo Nordeste, impulsionado pelo crescimento econômico que fortaleceu as classes C e D, não são mais as doenças do subdesenvolvimento, nem a violência, que preocupam médicos e gestores de hospitais. "É, sem dúvida, uma epidemia incontrolável", define o médico Geraldo Medeiros, diretor do Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes.

Em cinco anos, mais de 20 mil pessoas foram atendidas no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Somente este ano, entre janeiro e outubro, foram mais de 7.186 atendimentos a vítimas do chamado transporte de duas rodas, contra 7.823 registrados durante todo o ano de 2011. Além da quantidade, o que também compromete o funcionamento da saúde pública é o grave quadro desses acidentados - quase sempre politraumatizados e infectados.


O custo é absurdo. A média é de R$ 1,3 mil por dia para cada paciente no leito. Um fixador custa R$ 4 mil. De acordo com o diretor técnico da unidade, Flawber Cruz, as despesas com órteses e próteses do Dom Luiz passou de R$ 22 mil para quase R$ 80 mil. O diretor do Hospital, Geraldo Medeiros, foi além e revelou que, por ano, o Estado gasta mais de R$ 7 milhões para custear o tratamento dos acidentados com motos. O impacto social é inevitável. E os números crescem a cada dia, principalmente nas rodovias federais que cortam o Estado.


De acordo com um levantamento da Polícia Rodoviária Federal, nos últimos cinco anos, os acidentes com veículos motorizados de duas rodas (motocicletas, motonetas e ciclomotores), nas rodovias federais que cortam o estado da Paraíba tomaram proporções inaceitáveis.

Os acidentes envolvendo motos foram responsáveis por 22,16% do total de ocorrências, entre os períodos de 2007 a 2011, quando foram registrados, nas estradas paraibanas, 2.956 acidentes, com 3.660 feridos e 266 mortos. A Frota -A interiorização do transporte no Nordeste é uma realidade sem volta. Símbolo dos novos tempos, o veículo se tornou objeto indispensável de milhares de pessoas.

Na Paraíba, são mais de 335 mil veículos, segundo dados do Detran. A quantidade de motos circulando no Estado já representa 42,17% do total da frota paraibana de veículos, que já ultrapassa os 800 mil carros. Entre 2000 e 2012, o número desse tipo de transporte cresceu mais 539%, tendo saltado de 51.962 motocicletas para quase 335 mil este ano. Ao considerar somente as motocicletas, a evolução da frota aponta um crescimento de 629% em João Pessoa e 377% em Campina Grande. Mesmo assim, a maioria dos veículos está mesmo no interior. Dos mais de 300 mil veículos registrados pelo Detran pouco mais de 90.571 estão na capital e 61.068 em Campina. As demais estão nos sítios, roças e fazendas, mudando a forma de trabalhar do homem do campo.




Por Severino Lopes










MSN está com os dias contados. Microsoft planeja fim do programa já para os próximos dias

A Microsoft vai aposentar seu serviço de mensagens instantâneas Windows Live Messenger (mais conhecido como “MSN” ou “Messenger”). Em seu lugar, a empresa promoverá o Skype, comprado em 2011 e que também pode ser usado para esse tipo de comunicação. A informação foi publicada pelo site The Verge.

Há algum tempo, o MSN vem perdendo terreno para outras ferramentas de comunicação instantânea como o GTalk (do Gmail), o chat do Facebook e o próprio Skype. A Microsoft quer fundir o velho aplicativo de conversa com o Skype para depois encerrá-lo. Não há previsão de quando o processo se concretizará.

A integração do MSN com o Skype já tem acontecido. O Skype usa os sistemas do Messenger para 80% de suas mensagens instantâneas e para boa parte de suas chamadas.

A Microsoft acaba de lançar novos aplicativos Skype para Windows 8 e Windows Phone 8.


Estadão

Empresário foi o mentor do sequestro da irmã de Hulk


A polícia Civil de Campina Grande conseguiu descobrir, depois de prender dois acusados do sequestro de Angélica Irmã do jogador Hulk, que o mentor do caso foi o dono de um restaurante onde a moça trabalhava como nutricionista. Angélica Aparecida reapareceu na manhã desta terça-feira (6).

O delegado geral de Campina Grande, André Gadelha, disse que já sabe onde fica o local do cativeiro (foto ao lado), que fica cerca de 1 km de onde ela foi abordada, no bairro do Catolé.

Segundo Gadelha, os sequestradores teriam se desentendido quanto ao valor do resgate, ficando assustados com a repercussão do caso na imprensa e acabaram soltando Angélica.

O caso

Angélica Aparecida Vieira, irmã mais nova do atacante Hulk, foi vista entrando na casa dos pais por volta das 12h (horário de Brasília) da terça-feira (6), no bairro Alto Branco, em Campina Grande. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Radar Sertanejo

sábado, 3 de novembro de 2012

Globo Rural destaca cenário desolador no Vale do Piancó provocado pela seca

A falta de chuva secou açudes, prejudicou lavouras, transformou a paisagem. Na propriedade de José Neto, em Pedra Branca, no sertão do estado, a vegetação que servia de alimento para o gado, secou. Sem ter como sustentar os animais, ele tentou vender o rebanho de 30 cabeças, mas só conseguiu negociar os animais que estavam em melhor estado.

Os que restaram, procuram tirar dali mesmo algum alimento, sem sucesso. O criador diz nunca ter sentido de maneira tão severa os efeitos de uma seca. “É muito triste ver um animal com fome e não ter condições de salvá-lo”.

A maioria dos pequenos criadores da região vive situação semelhante na região do Vale do Piancó. Por causa disso, é comum ver cenas de verdadeiros cemitérios de animais a céu aberto.

Às margens da rodovia, dezenas de animais mortos estão espalhados pelo caminho. Para conseguir andar é preciso desviar de ossos e carcaças que restaram.

Para não perder mais nenhum animal, Daniel Carvalho, de 61 anos, luta para manter o resto do rebanho. Ele começa bem cedo, prepara a carroça e saí em busca de mandacarú, uma planta típica do semiárido nordestino e resistente à seca. Na propriedade, ele queima os espinhos e tritura, depois mistura com farelo de galhos secos e serve para os animais. O rebanho magro e faminto não perde tempo.

Sem a principal fonte de renda, os criadores estão sobrevivendo do Bolsa-Família, benefício do Governo Federal.

Preocupado com a situação dos moradores da zona rural, o padre do município, Djacir Brasileiro, teve a ideia de publicar fotos e relatos na internet. Ele pretende chamar atenção para o drama vivido pelos sertanejos.




Globo Rural

Seca no Nordeste: 'Agricultores do Piauí dividem a água com animais', diz o jornal


O retrato no interior dos Estados é de desolação, com gado morto e safras de milho,feijão e arroz perdidas. Os prejuízos na agricultura dos dois Estados atingem 90% da produção.

No Piauí, o trabalhador rural está sobrevivendo dos programas do governo, como a Bolsa Estiagem, Bolsa Família e Seguro- safra. Eles não têm o que comer e falta água para consumo humano e animal. De 224 municípios, 184 prefeitos do Estado decretaram estado de emergência.

O agricultor Francisco Rufino, de Solonópole, no Ceará, teve de sair do campo e migrar para a cidade para sobreviver com o seguro-safra que recebeu. "Não dava mais para continuar no campo. Não tinha uma gota de água sequer", lamenta.

As pessoas que vivem no semi-árido do Piauí dividimos pontos de água com os animais. A água não tem mais qualidade, por causa do baixo nível dos reservatórios. Ela já se mistura ao barro em razão da evaporação natural sob um sol de 40 graus e a coleta é feita pelos populares e pelos carros-pipa.

No município de Caracol, a 605 quilômetros de Teresina, o Frade franciscano Frei Jonecildo da Silva Cruz comenta que "nos últimos 50 anos, esta é a pior seca nesta região".

Em Picos, a 306 quilômetros de Teresina, o criador Rovilson Leal Pereira, morador do povoado Angical dos Domingos, resolveu levar o que restava do rebanho para o município de Elesbão Veloso, cerca de 150 quilômetros de distância, para evitar a morte dos animais. "Aqui não tinha pasto para eles porque não choveu. O gado morreria de fome se eu o deixasse aqui".





Da Redação com 180 Graus

TEM QUE SABER ATIRAR MUITO BEM, PORQUE CORRER...


domingo, 28 de outubro de 2012

Com 59,14% dos votos, Romero Rodrigues é eleito novo prefeito de Campina Grande-PB

Romero Rodrigues (PSDB) foi eleito neste domingo (28) o novo prefeito de Campina Grande-PB. Concluída a apuração, o tucano teve a maioria dos votos válidos, sendo eleito com 130.106 votos, equivalente a 59,14% dos votos válidos, contra 89.887 votos de Tatiana Medeiros, candidata apoiada pelo Prefeito Veneziano.

A vitória de Romero nas urnas quebra o ciclo de administrações do PMDB à frente da Prefeitura de Campina Grande. O partido deixa o Palácio do Bispo após oito anos da gestão de Veneziano Vital do Rêgo. O tucano disputou a prefeitura de Campina Grande pela primeira vez e liderou a disputa desde o início.

Formado em Agronomia, Romero Rodrigues Veiga nasceu em 09 de janeiro de 1966 em Campina Grande. Exercendo atualmente o primeiro mandato como deputado federal, Romero ingressou na vida pública em 1992 quando foi eleito vereador em Campina. Em 1996, 2000 e 2004 conseguiu a reeleição para a Câmara Municipal. No ano de 2006 ele foi eleito deputado estadual e deixou o legislativo municipal antes do término do mandato.

Quando estava na Assembleia Legislativa se licenciou do cargo para assumir a secretaria de Interiorização do estado e depois foi também secretário chefe da Casa Civil, na época o governador era seu líder político, e primo, Cássio Cunha Lima (PSDB).

O próprio Cássio foi o maior apoiador de Romero Rodrigues na campanha deste ano e inclusive indicou o irmão Ronaldo Cunha Lima Filho (PSDB) para ser o vice na chapa. Outro que 'teoricamente' também apoiou Romero foi o governador Ricardo Coutinho (PSB), no entanto o gestor estadual não participou de nenhum evento da campanha tucana.

O fato de contar com o apoio de Ricardo Coutinho fez com que Romero Rodrigues fosse criticado pelos adversários, principalmente por Tatiana Medeiros, que afirmavam que o gestor estadual não teria feito nada para beneficiar Campina Grande e que por isso o tucano escondia a aliança. Romero sempre disse que era aliado, mas se fosse eleito faria cobranças ao governo estadual.

Entre as principais propostas apresentadas por Romero Rodrigues durante a campanha eleitoral está a distribuição de tablets para os alunos da rede pública municipal; a construção do hospital do idoso; a implantação da escola em tempo integral; a instalação do bilhete temporal no sistema de integração do transporte coletivo; e a construção de novos conjuntos habitacionais.


Com informações do JP

sábado, 27 de outubro de 2012

Exclusivo: Romero Rodrigues fala ao De Primeira PB, diz estar confiante e comenta acusações da oposição.

Os candidatos a Prefeitura de Campina Grande participaram na tarde da quarta-feira 23, do último debate realizado em redes de rádio na Rede Paraíba Sat. Após ter saído do debate o prefeitavél Romero Rodrigues passava nas imediações do bairro da Palmeira em CG onde os seus militantes o paravam para saudá-lo,como não se 
pode perder a oportunidade fomos até o mesmo que nos concedeu uma pequena entrevista onde demonstrou total confiança em sua vitória nas urnas no próximo domingo e justificou novamente as acusações feitas por sua opositora Dra.tatiana Medeiros. Confira o vídeo na íntegra.

Assista ao vídeo:


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

TRIBUNAL DE CONTAS JULGA IRREGULARES AS CONTAS DA CÂMARA DE ALAGOA NOVA


O Tribunal de Contas da Paraíba (TCE), reunido na sessão plenária desta quarta-feira (24), reprovou as contas de 2010 da Câmara Municipal de Alagoa Nova. O recebimento indevido de remuneração por sessões extraordinárias na gestão de Maria de Fátima Câmara Souza motivou a imputação do débito de R$ 1,5 mil a cada vereador. Cabendo o recurso contra todas essas decisões.

OUTRAS REPROVAÇÕES – A prefeita de São José dos Ramos, Maria Aparecida Rodrigues de Amorim, teve desaprovadas as contas de 2009 e deve devolver aos cofres públicos a importância de R$ 168.670,00 por gastos excessivos com combustíveis e pagamentos não comprovados ao INSS. Ainda cabe recurso dessa decisão tomada conforme proposta do relator Renato Sérgio Santiago Melo.

O TCE imputou o débito de R$ 57.325,58 ao prefeito de Monte Horebe Erivan Dias Guarita, de quem reprovou as contas de 2010 por despesas sem comprovação documental. Houve desaprovação, ainda, às contas de 2009 do prefeito de Tavares José Severiano de Paulo Bezerra citado para a devolução de R$ 10.576,97 em virtude de gastos em excesso com obra pública e despesas irregulares com serviços.

O não recolhimento de contribuições previdenciárias contribuiu, enquanto isso, para a desaprovação das contas de 2009 do prefeito de Pocinhos Arthur Bomfim Galdino de Araújo. 

Na mesma sessão plenária foram aprovadas as contas de 2010 do prefeito de Soledade José Ivanildo Barros Gouveia e das Câmaras Municipais de Alhandra, Boa vista, Riacho de Santo Antonio, Alagoa Grande e São Domingos (2011, neste último caso).

O TCE ainda aprovou com ressalvas, em grau de recurso, as contas de 2006 do então secretário de Estado da Juventude, Esporte e Lazer Marconi Paiva e as da Companhia Docas da Paraíba, exercícios de 2009 e 2010.

Presidida pelo conselheiro Fernando Catão, a sessão do TCE teve as participações, ainda, dos conselheiros Arnóbio Viana, Arthur Cunha Lima e André Carlo Torres Pontes e as dos auditores Oscar Mamede, Antonio Cláudio Silva Santos, Antonio Gomes Vieira Filho e Marcos Antonio da Costa.

Da Redação com Ascom TCE/PB

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Prefeitura de São João do Rio do Peixe-PB, lança edital com 122 vagas; Confira aqui!


Um concurso público será realizado para preenchimento de 122 vagas na Prefeitura Municipal de São João do Rio do Peixe, no Sertão paraibano. O edital foi lançado no último domingo (21) e as inscrições estão abertas até o dia 9 de novembro. A data das provas ainda não foi definida e será divulgada a partir de 19 de novembro, quando o candidato receber a confirmação da inscrição.

São ofertadas vagas para ensino fundamental, médio e superior. Os salários oferecidos variam de R$ 622 a R$ 7.838.

De acordo com a publicação do certame, as provas ainda não tem data definida para realização.

As taxas de inscrições são de R$ 50 para ensino superior, R$ 40 para nível médio e R$ 30 para cargos do fundamental. Mais informações sobre o processo seletivo podem ser vistas através do site www.contemaxconsultoria.com.br.

CLIQUE AQUI e confira o Edital do Concurso.





Da Redação com g1pb

Mais de 100 mil já dependem de carros pipas na Paraíba; 27 açudes estão praticamente secos


Dos 121 açudes monitorados pela Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado(Aesa), 27 estão secos ou quase secos na Paraíba. A estiagem, que castiga quatro das cinco regiões do Estado, já deixou 22,3% desses reservatórios com, no máximo, 20% de sua capacidade total. Em cinco deles, segundo a Agência, o acumulado é apenas de 5% e a situação é considerada "crítica".

Municípios inteiros dependem exclusivamente da distribuição de água através de carros pipas. A maioria dos 195 municípios onde foi decretado estado de calamidade pública soma mais de 118 mil pessoas dependendo da distribuição de água feito pelo Exército.

Clique aqui e veja a relação de municípios abastecidos pelo Exército. 

Os mananciais de municípios do Sertão como Teixeira e São José do Sabugi, e da região do Cariri, a exemplo de Ouro Velho, secaram completamente. A população só tem água quando faz fila à espera dos caminhões que se transformam na salvação principalmente para matar a sede e para preparar a comida, que também é escassa.

Em Teixeira, cidade a 320 quilômetros de João Pessoa, que tem uma área de 114,43 e fica na transição entre o Sertão e o Cariri, os 14 mil habitantes da zona rural e urbana estão dependendo do abastecimento de carros pipa. Exército está abastecendo a zona rural e levando água a 6 mil e 206 pessoas. O restante da população do município está recebendo água nos carros-pipa de uma parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado.

Os açudes que abastecem a população de Teixeira, o Bastiana e o São Francisco II, estão praticamente secos. O primeiro deles, que tem capacidade para acumular quase 1,3 milhão de metros cúbicos, está com um volume atual de apenas 38 mil 330 metros cúbicos. Ou seja, 3% da sua capacidade de armazenamento. No caso do açude São Francisco II, a situação é ainda pior. Dos quase 5 milhões de metros cúbicos de capacidade de acúmulo só restam 26,7 mil metros cúbicos. Ou seja, 0,5% do total.

No município de Ouro Velho, no Cariri paraibano, mais de 2 mil pessoas, ou seja quase toda população da cidade, está recebendo água dos carros-pipa do Exército. O açude, que tem o mesmo nome da cidade, tem capacidade de acumular 1,6 milhão de metros cúbicos de água, mas está com apenas 48,2 mil metros cúbicos (2,9%) de sua capacidade de acúmulo de água.
Mas é na cidade de São José do Sabugi que a situação chegou ao limite zero. O açude São José IV que tem capacidade para acumular 554 mil metros cúbicos de água está completamente vazio. O município tem uma população de 4 mil e 98 habitantes e, desse total, 1.431 pessoas estão na zona rural. O abastecimento d'água está sendo feito de carros pipas, patrocinados pela prefeitura e pelo Governo do Estado.

Na maior cidade do Sertão, Patos (com uma população de pouco mais de cem mil habitantes), a população da zona rural também está na dependência dos carros pipas para abastecimento d'água. O município fica às margens da BR 230 e que interliga a Paraíba aos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

Patos tem um potencial de consumo de mais de um R$ 1 bilhão em 2012 e entrou no mapa das 20 cidades do interior do país com as maiores taxas de consumo. Contudo, os dois mananciais que abastecem o município estão com capacidade considerada crítica, abaixo dos dez por cento. Para suprir as necessidades da população urbana, o abastecimento da cidade está sendo feito do açude de Capoeira, localizado no município vizinho de Santa Terezinha.

De acordo com a técnica da Gerência de Operações de Mananciais da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado, Itamara Mary, o açude está abastecendo exclusivamente a população da cidade de Patos. Está sendo proibida a utilização das águas do açude de Capoeira para a irrigação ou qualquer outra atividade que não seja abastecimento humano.

Ela explicou que isso é necessário para que o açude possa ter condições de levar água para o consumo doméstico em Patos por pelo menos mais 20 meses. "A esperança é de que antes de vir a acontecer um colapso no abastecimento em Patos, as chuvas caiam e os dois açudes da cidade retomem a capacidade de abastecimento", disse.
O açude Capoeira também não está numa situação muito boa. O manancial tem capacidade para 53, 4 milhões de metros cúbicos, mas está com apenas 12,9 milhões - 24,3% da capacidade. O açude da Farinha, também em Patos, segundo dados mais recentes da Agência Executiva de Gestão das Águas, tem capacidade para acumular 25,7 milhões de metros cúbicos e possui apenas 2,4 milhões (9,4% de sua capacidade). No açude Jatobá I, a capacidade é de 17,5 milhões de metros cúbicos e tem hoje apenas 1,5 milhão ( 8,7%).

Na zona rural de Patos, segundo o presidente do sindicato rural e secretário de Agricultura do município, Sebastião Lima, 3 mil e 500 pessoas estão recebendo água em quatro carros pipas, um da Prefeitura e três do Governo do Estado. O abastecimento é feito somente de segunda-feira até a sexta-feira. No fim de semana não tem abastecimento d'água.

O número de caminhões pipas não são suficientes, segundo Sebastião Lima e a quantidade de cisternas de placas - cerca de 495 existentes na zona rural - também não são atendem a população nos períodos de estiagem, que são frequentes na região.Os 90 poços artesianos também secaram. "Seria preciso mais cisternas para levar cada uma a cada três famílias, pelo menos", explicou Sebastião.

O secretário executivo de Infraestrutura do Governo, Carlos Alberto Dantas, informou que o Estado adotou ações complementares em 100 cidades que estão sofrendo com a estiagem. Disse que, nos municípios onde o Exército não está abastecendo, a Prefeitura pode solicitar a parceria do governo estadual, que pode repassar recursos para a contratação de pipeiros. "A Secretaria de Infraestrutura repassa até R$ 45 mil para um período de 90 dias", informou.


No município de Triunfo, no Sertão do Estado, cerca de 9.220 pessoas estão sofrendo com a falta de água nas torneiras. De acordo com moradores, o nível de água do Açude das Gamelas, responsável pelo abastecimento da região, chegou a um estado alarmante, e há duas semanas os moradores precisam comprar carroças de água ao custo de R$ 12.

Nesta sexta-feira (26), a população realizará uma manifestação pública que sairá do bairro Luiz Gomes de Brito até a unidade da Cagepa.





Da Redação com Luciana Rodrigues

sábado, 20 de outubro de 2012

Festa de prefeito que escapou de atentado termina com feridos a golpes de faca e de garrafadas


Após 11 dias da tentativa de homicídio contra o prefeito eleito do município paraibano de Pocinhos-PB, Cláudio Chaves Costa, 47 anos, quatro pessoas ficaram feridas a facada e garrafadas durante a festa da vitória do candidato do PMDB. A festa ocorreu na noite desta sexta-feira (19), em uma das ruas da cidade. Na primeira tentativa de comemoração, um dia depois das eleições, o prefeito eleito foi ferido à faca por um homem que votou em seu adversário.

A nova festa de comemoração terminou, mais uma vez, em tumulto. O evento contou com a presença de lideranças peemedebistas, como o prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo e o deputado federal Wilson Filho.

José Farias Gomes, 22; e Demétrio Farias, 29, foram vítimas de garrafadas. Álvaro Honório, 17; e José Gregório Barbosa, 26, foram atingidos com golpes de faca.As vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Trauma em Campina Grande, onde permanecem internadas.

Pocinhos (município localizado na região do Cariri paraibano), fica a 186,4 quilômetros da capital João Pessoa.

Eleições em Pocinhos

Claudio Chaves Costa (PMN) foi eleito no, no dia 7 deste mês, com 5.674 votos que respondeu a 56,55% dos votos válidos. Ele fez parte da coligação “Unidos para Reconstruir Pocinhos”.

O candidato derrotado nas urnas foi Arthur Bonfim Galdino de Araújo (PSDB) que teve 4.727 votos com um percentual de 45,45%. A coligação dele era a “Por amor a Pocinhos”.Pocinhos tem 13.246 eleitores e, de acordo com o IBGE, sua população é estimada em 17.032 habitantes. Sua área territorial é de 630 km².

Na noite do dia 8 deste mês, Cláudio Chaves Costa foi esfaqueado no abdômen e na mão durante uma festa de comemoração no centro da cidade. De acordo com policiais militares do 10º BPM, a tentativa de assassinato, que aconteceu na noite da segunda-feira (08) e era relacionada com divergências políticas.

Durante o tumulto mais duas pessoas ficaram feridas, entre elas, uma adolescente de 16 ano, atingida no braço por um golpe de faca.

De acordo com o José Roberto Soares, 20, que foi esfaqueado nas costas, o prefeito eleito estava na praça da cidade comemorando sua vitória, quando um homem chegou e lhe desferiu três golpes de faca. As perfurações atingiram duas vezes o abdômen. A a outra perfuração foi em uma das mãos do prefeito eleito.




Da Redação com correio

HOMENS ARMADOS ASSALTAM CASA LOTÉRICA EM LAGOA SECA


Uma casa lotérica foi assaltada na tarde deste sábado (20) em Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba. De acordo com a Central de Operações da Polícia Militar (Copom), testemunhas informaram que o crime foi cometido por quatro homens armados que chegaram ao local em um carro. Eles anunciaram o assalto, pegaram o dinheiro do caixa e fugiram.

A casa lotérica assaltada fica no Centro de Lagoa de Seca. Conforme informações da Polícia Militar, ainda não se sabe quanto os criminosos teriam levado do local, mas seria uma quantia não muito alta. Ainda de acordo com a PM, existe a suspeita de que uma mulher tenha dado cobertura ao assalto.

A Copom informou que os policiais fizeram rondas nas proximidades de Lagoa Seca, mas os assaltantes não foram localizados.

Fonte: G1 PB
Imagem: Internet
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