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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Enquete: Internautas aprovam administração do governado da Paraíba Ricardo Coutinho


A enquete foi realizada pelo site Pedra Branca News, os internautas aprovaram a administração do Governado da Paraíba Ricardo Coutinho, a enquete entrou no ar no mês de outubro que teve uma duração de aproximadamente 30 dias. Foram computados 211 votos durante o período.

A enquete tinha a seguinte pergunta: “O que você acha da administração do Governado da Paraíba Ricardo Coutinho”; e tinha as seguintes opções:

 

Ótima: 56,4% que corresponde a 119 votos

Regular: 14,2% que corresponde a 30 votos

Péssima: 29,4% que corresponde a 62 votos



Cantor Belchior é procurado no Uruguai por dívida de R$30 mil em hotel; no Brasil dívida chega a R$220 mil


No Uruguai, um dos maiores ídolos da MPB está sendo procurado pela polícia. O motivo? Uma dívida de seis meses em diária de um hotel quatro estrelas.

“É um patrimônio cultural brasileiro e é uma vergonha que tenha um comportamento assim”, diz a gerente do hotel.

Uma história que se repete, como você já viu aqui no Fantástico. Em 23 de agosto de 2009, o Fantástico exibiu uma matéria em que amigos, parceiros e até parentes do cantor e compositor Belchior contavam que ele havia desaparecido. A notícia foi destaque no Brasil e até no exterior. Encontrado numa pequena cidade do Uruguai pela nossa reportagem, o cantor não quis falar da vida pessoal nem sobre as dívidas que lhe cobravam.

Esta semana foi a vez de um hotel uruguaio dar queixa na polícia contra o cantor. Segundo a gerente Maria da Rosa, Belchior deve mais de R$ 30 mil em diárias e serviços.

O hotel fica na cidade de Artigas, perto da fronteira. Belchior e a mulher, Edna, se hospedaram no local em julho do ano passado. Para a gerente, o casal disse que passaria apenas 15 dias, mas foi ficando, e até maio deste ano pagava o hotel semanalmente, sempre em dinheiro. “O último pagamento foi em 4 de maio”, lembra Maria.

Depois do dia 4 de maio, Belchior e a mulher pararam de pagar as contas, alegando que o dinheiro deles estava bloqueado no Brasil. A boa vontade da gerente ainda durou seis meses. No começo de novembro, segundo Maria da Rosa, Belchior disse que iria pedir ajuda ao consulado brasileiro. Na segunda-feira passada ele saiu com a mulher do hotel e nunca mais voltou.

No mesmo dia, Maria da Rosa registrou um Boletim de Ocorrência contra o casal. “Desapareceram Decidimos fazer uma queixa na polícia contra o senhor Belchior e sua mulher, Edna Assunção de Araújo”. A polícia de Artigas enviou um informe a todas as delegacias do Uruguai. O comissário Hector de Los Santos explica que, se for encontrado, Belchior não vai ser preso, porque o não pagamento de dívida não é crime no país.

Durante o período de um ano e meio em que morou em Artigas, Belchior costumava passar a maior parte do tempo dentro do quarto 309. Quando ele e a mulher deixaram o hotel, na última segunda-feira, deixaram para trás várias roupas, material de trabalho, malas, três quadros comprados no Uruguai e até o computador.

O cantor também deixou muita coisa para trás no Brasil. Como o carro abandonado há cinco anos no aeroporto em Congonhas, em São Paulo, onde ele vivia antes de ir para o Uruguai. Só em diárias, a dívida já passa dos R$ 94 mil. O Fantástico também mostrou um carro de luxo que Belchior largou em um estacionamento em um bairro nobre da capital paulista.

“Deve dar por volta de uns seis anos mais ou menos”, disse Francisco dos Santos, sócio do estacionamento. Os donos do estacionamento entraram na Justiça para cobrar o dinheiro. “Na época que eu movi a ação, a dívida era mais ou menos R$ 10 mil”, lembra Francisco. O carro foi levado para um depósito público e a dívida com o estacionamento já está em R$ 15 mil.

“Não espero reaver esse dinheiro. Com certeza não”, ressalta o sócio do estacionamento. O Fantástico voltou ao endereço da casa que Belchior alugava em São Paulo para pintar quadros. Ela foi vendida, e no terreno está sendo construído um prédio. O dono da casa diz que não recebeu os aluguéis atrasados. “Ele deve hoje, acho que uns R$ 80 mil, computando juros e tudo”, afirma Antonio Elias, ex-dono da casa.

Somando as dívidas do hotel, dos carros e do aluguel da casa, o total chega a quase R$ 220 mil. O ex-produtor artístico de Belchior conta que até hoje ele recebe propostas para apresentações. “Eu gostaria que ele voltasse a fazer shows. Ele tem muitos fãs pelo Brasil”, disse Célio Silva, produtor artístico.

O Fantástico procurou Belchior no Brasil e no Uruguai para falar sobre a nova dívida, mas ele não foi encontrado.

“Ele tem que voltar. Eu encontro as pessoas na rua e sempre me perguntam dele. É uma pessoa querida”, destaca o ex-produtor.


Rede Globo

Em Santa Rita - Veja foto: Acusado de assaltos é assassinado com requinte de crueldade


Um homem identificado apenas por Miau Bombado foi encontrado morto na manhã desta terça-feira, 20, no quintal de uma casa no bairro do Açude, em Santa Rita-PB.

O corpo apresentava perfurações a bala, estava com os pés amarrados e a cabeça enrolada com a camisa. De acordo com a perícia, a vítima foi atingida pelo menos por sete disparos, a maioria na cabeça.

No local estiveram o delegado Pedro Ivo, o perigo Geraldo e guarnições da PM. O tenente J. Paulo, que fez o isolamento da área, disse que “Miau Bombado” era bastante conhecido da polícia, pois já havia sido preso por diversas vezes pelo registro de pequenos furtos e envolvimento com o tráfico de droga.

Ele residia no bairro do Marcos Moura, também em Santa Rita, mas era visto constantemente nas proximidades do local onde foi morto. A casa onde o corpo foi encontrado, segundo a polícia, funciona como um ponto de venda de droga, a conhecida “boca de fumo”.










Da Redação com '190pb'

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Feriado: agricultor morre ao perder controle de motocicleta na rodovia que liga Lagoa Seca à Alagoa Nova/PB

O feriado de Proclamação da República foi marcado pela tristeza para os moradores do sítio Geraldo, na região de divisa entre os municípios de Lagoa Seca e Alagoa Nova, no Brejo do estado.
O agricultor José Cassemiro Bezerra, conhecido 'Zé Ferreira', de 63 anos, morreu após se envolver em um acidente na rodovia estadual PB-097.
Ele seguia em sua motocicleta Honda CG, de cor preta e placas OFD-4257/PB no sentido Lagoa Seca-Alagoa Nova, quando em uma curva na área chamada 'Ponte do Floriano' acabou perdendo o controle do veículo. 
Segundo os familiares da vítima, José Cassemiro não tinha muita experiência em dirigir e também não possuía carteira de habilitação.
A tragédia aconteceu por volta das 11h30 da manhã, mas a Polícia Civil, IPC e Numol só conseguiram chegar ao local por volta das 13h30, quando o corpo foi retirado.
A vítima era casada, pai de vários filhos e morava há mais de 20 anos no sítio Geraldo.




Marcio Rangel.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Juíza determina novas eleições na cidade de Esperança

A juíza da 19ª zona eleitoral, comarca de Esperança, Lua Yamaoka Mariz Maia Pitanga, decidiu por novas eleições na cidade de Esperança. A juíza também impugnou o registro de candidatura dos dois candidatos a prefeito na cidade de Esperança nas últimas eleições. A decisão foi divulgada na tarde de hoje, 14 de novembro.

Em outra decisão, a juíza sentenciou pela impugnação do registro de candidatura de Anderson Monteiro e ainda pela sua inelegibilidade pelo período de oito anos. A justiça condenou Anderson por doação de campanha acima do limite permitido por lei em 2010.

Nas últimas eleições, Arnaldo Monteiro, desistiu na véspera das eleições de concorrer ao cargo de prefeito da cidade de Esperança, substituindo o seu nome por seu filho Anderson Monteiro e Roxana Nóbrega, vice. Ele foi eleito com 9.411 votos contra 9.066 do seu adversário político Nilber Almeida. Antônio Monteiro, representante da coligação “Progressista de Esperança”, que teve como candidato Anderson Monteiro, disse que só vai falar sobre o caso quando houver uma decisão final.

Já no caso do candidato Nilber Almeida, a sentença foi pela impugnação do seu registro, já que o candidato não teria apresentado a documentação dentro do prazo previsto pela lei. Um dos advogados do candidato Nilber Almeida, Junior Meira, afirmou que o prazo foi dado pela própria juíza. Ele também disse que os advogados vão recorrer da decisão de impugnar a candidatura de Nilber.

Até a véspera das eleições, o candidato a prefeito da cidade de Esperança pela situação era o atual prefeito Nobinho Almeilda. Uma decisão do Ministro do TSE Dias Toffili mudou o rumo das eleições. Nobinho Almeida teve o seu registro de candidatura indeferido. Para substitui-lo, pediram o registro de candidatura Nilber Almeida, sobrinho do prefeito, e Paizinho Bronzeado, vice.

A data das novas eleições não foi definida pela juíza. A diplomação para o candidato eleito estava prevista para o dia 13 de dezembro de 2012. Com essa decisão, houve a suspensão da diplomação para o prefeito eleito na cidade de Esperança.

Veja o que diz a decisão da Juíza sobre novas eleições na cidade de Esperança:


Os dois candidatos podem recorrer da decisão prolatada pela juíza da cidade de Esperança a outas instâncias judiciais superiores, no caso, TRE E TSE.

Logo após a notícia de novas eleições na cidade de Esperança, muita gente foi às ruas para comemorar a decisão judicial.




Joseilton Belarmino





terça-feira, 13 de novembro de 2012

Seca na Paraíba já ameaça colapso no abastecimento de 19 municípios

A seca prolongada ameaça o abastecimento de água para consumo humano em dezenas de municípios do interior da Paraíba. Pelo menos 19 deles estão sob o risco de um colapso total no abastecimento e já enfrentam a falta intermitente da água fornecida pela Cagepa (Companhia Estadual de Água e Esgoto da Paraíba). 

Em Triunfo (no Alto Sertão paraibano, a 590 quilômetros de João Pessoa), o único manancial que abastecia a cidade secou completamente. Carros pipas da Defesa Civil estão socorrendo a população da zona urbana. 

A situação vem provocando protestos de moradores, com interdição das rodovias para chamar atenção das autoridades. 

Na segunda (05), um protesto de moradores interditou a rodovia PB-361 por três. O tráfego ficou parado nos trechos entre as cidades de Diamante e Itaporanga, na região do Vale do Piancó paraibano. A Cagepa (Companhia de Água e Esgoto da Paraíba), para aliviar a situação, permitiu a abertura das comportas dos mananciais de Condado, Couro da Vaca e Piranhas, em caráter de urgência. 

O quadro se agrava sem a perspectiva de chuvas. Na região do Cariri, também já falta água cidades de Alcantil, Santa Cecília de Umbuzeiro, Riacho de Santo Antônio, Barra de São Miguel e Umbuzeiro. 

Na terça-feira (06) foi iniciado o racionamento de água nas cidades de Esperança, Remígio, distritos de Lagoa do Mato, Cepilho e São Miguel. Estas localidades são atendidas pelo manancial Vaca Brava. Falta água dias vezes por semana, sempre nas segundas e terças-feiras. 

Também sofrem racionamento o distrito Rua Nova (no município de Belém), as cidades de Caiçara e Logradouro. Todos na região do Curimataú da Paraíba, a pouco mais de 80 quilômetros da capital. São localidades atendidas pelo manancial de Lagoa do Matias. Tem abastecimento de água interrompido nas terças, e normalizado às 7h, das sextas. 

Em duas comunidades rurais - Cachoeirinha e Braga (em Campo de Santana, na região do Cariri) - a água só chega às torneiras uma vez por semana, na quarta-feira. 

No dia 27 do mês passado, a Cagepa deu início ao racionamento nas cidades de Bananeiras, Solânea, Cacimba de Dentro. Atendidas pelo manancial Canafístula II, elas ficarão sem água nos finais de semana. Falta água a partir das 18h do sábado e volta na segunda, às 18h. 

A Cagepa responde pelo abastecimento de água, apenas, das zonas urbanas. Não há previsão para que essas cidades saiam do sistema de racionamento. 

Na cidade de Cabaceiras (localizado na microrregião do Cariri Oriental,a 180 km de João Pessoa) falta água há um mês. O município, que ficou famoso no país por servir de cenário para o filme o 'Auto da Compadecida' fica a cerca de 300 metros acima do nível do mar, na área mais baixa do Planalto da Borborema. Tem um população estimada em 5.035 habitantes, segundo censo do IBGE em 2010. Deste total, 2.217 habitantes estão na zona urbana e 2.818 na zona rural. A população urbana de Cabaceiras vinha recebendo água dos poços perfurados no leito do rio Paraíba, que margeia a cidade. A estiagem também provocou o colapso desse sistema emergencial de abastecimento. Este ano, a chuva acumulada no município foi de apenas 170 milímetros, o que já representa uma redução de 27,4% em relação a todo acumulado no ano passado. 

Pároco em Pedra Branca (município do Alto Sertão), o padre Djacy Brasileiro vem fazendo constantes alertas sobre os prejuízos causados pela estiagem. Ainda não choveu este ano em pedra Branca, segundo os registros da Agência Executiva Estadual das Águas (Aesa). 

Defensor da transposição do São Francisco, o padre Djacy se prepara para acampar em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília (DF), para chamar a atenção da presidente Dilma Rousseff. “Ninguém fala mais na transposição. O que está acontecendo?”, questionou. 

O padre Djacy Brasileiro escreveu carta aberta para Luiz Inácio Lula da Silva, onde ele pede que o ex-presidente interceda em Brasília pela conclusão das obras de transposição do Rio São Francisco. “Diga a presidente da República o seguinte: Dilma, os sertanejos precisam urgentemente de água. Eles querem a transposição de águas do rio São Francisco. É questão de vida ou morte”, recomenda o pároco de Pedra Branca.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bayeux/PB: para trabalhar como segurança, homem injeta óleo mineral no corpo e deforma músculo


Desempregado, o mecânico de bicicletas Robson Alves da Silva, 39 anos, residente no bairro Mario Andreazza, na cidade de Bayeux ( região metropolitana de João Pessoa), colocou em risco sua vida ao injetar óleo mineral no próprio corpo. Foi uma tentativa perigosa na busca de um emprego. Robson imaginou que o ganho relâmpago de massa muscular lhe garantiria a contratação por uma empresa de vigilância privada, no cargo de segurança.
Robson Alves da Silva, sem qualquer consulta a um profissional de saúde, seguiu conselhos dos amigos e começou a autoaplicação nos dois braços. Foram 15 aplicações durante quatro meses. E, a pouco mais de um ano vem sofrendo as consequências.
No caso do mecânico, a busca pelo corpo perfeito, passou pela falta de informação e pelo desespero de quem queria voltar ao mercado de trabalho. Sem dinheiro e sem perspectiva de emprego, está pedindo ajuda financeira aos amigos para conseguir uma ressonância magnética, exigida pelo médico, antes de submeter uma cirurgia reparadora.
O medo de Robson é justificado. Após ser injetado nos braços, o óleo mineral forma uma espécie de bolsa entre os feixes musculares, criando um processo inflamatório, infecciona e deixa o tecido necrosado. É o caso do mecânico. O resultado foi o oposto do que ele pretendia ao injetar a substância no próprio corpo. 
O relato do mecânico é dramático. “Eu estava desempregado. Daí entrei na onda e fiz aplicação do produto nos dois braços. Estou tendo náuseas, febre, dores pelo corpo e vários problemas de saúde”, admite. Sua luta agora é para fazer a cirurgia o mais rápido possível, na tentativa de estancar a ação do óleo mineral em seu corpo.
“Já fui há vários hospitais. Falei com dezenas de médicas aqui em João Pessoa e em Recife, mas até agora nenhuma solução. Estou dependendo do exame para o médico analisar se vai ser possível fazer a cirurgia.
Em casos mais graves, o uso desses 'anabolizantes' pode resultar em cirrose, disfunção sexual, alteração hormonal, amputação dos membros e até óbitos. O óleo mineral pode ser comprado em farmácias e é usado no tratamento da prisão de ventre, por via oral. Ainda tem sua indicação para uso externo, na pele, para prevenir e tratar ressecamento.
O corpo de Robson apresenta hematomas e vermelhidão. Os músculos dos dois braços estão visivelmente deformados e o tronco com sinais de inchaço. Ele está assustado e arrependido.

Homens são executados a tiros em Campina Grande e Alagoa Nova

Dois homens foram assassinados a tiros neste domingo na região do Agreste paraibano. Nos dois casos, os acusados pelos disparos foram identificados, porém estão em liberdade.

De acordo com o Comando de Operações da Polícia Militar (Copom), na cidade de Alagoa Nova, o agricultor Marcos Antônio Duarte, 40 anos, foi morto durante uma briga de bar.

Segundo a polícia militar a vítima residia no sítio gameleira, em alagoa nova. o acusado, conhecido como ‘Preguinho’ está foragido.

O outro caso ocorreu na cidade de Campina Grande, onde a vítima foi José Paulo Mateus de Araújo, 19 anos. Segundo o Copom, ele foi perseguido e executado a tiros por um homem identificado como Reginaldo Silva Costa, conhecido como ‘tartaruga’.


Nos dois homicídios, os acusados foram identificados, mas ninguém ainda foi preso.

Fonte: Hyldo Pereira Via: Focando a Noticia

Tablets já substituem PCs baratos, diz CEO da Nvidia

Os consumidores preferem comprar um tablet do que um computador barato, principalmente com a possibilidade de usar o Windows 8 neles, afirmou o CEo da Nvidia, Jen-Hsun Huang.

O executivo afirma que os consumidores já entenderam que um bom tablet é melhor do que um PC de baixo custo, o que mostra uma mudança fundamental na indústria de computadores.

“Atualmente os tablets são versáteis, transformáveis”, disse Huang em uma reunião. “Agora com o Surface e o Windows RT, a distinção entre um tablet e um notebook barato desapareceu… o futuro dos computadores de baixo custo está nos tablets”, continuou.

Os negócios da Nvidia comprovam a posição de Huang. A divisão de tablets dobrou em relação ao ano passado e a área de chips móveis em geral cresceu 50% no período. Huang afirma que a Nvidia deve vender até 30 milhões de processadores Tegra neste ano, e ele acredita que os chips móveis devem roubar mercado dos PCs de baixo custo.

“Na nossa visão sobre PCs é que eles estão sendo engolidos pelos tablets”, disse Huang.

do Olhar Digital

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

ESPECIAL: a era dos cavalos de motores invade o interior do Estado Paraíba

ESPECIAL: a era dos cavalos de motores invade o interior do Estado Paraíba - uma história de vidas reais

A era dos cavalos de motores invade o interior da Paraíba

Agricultor Murilo Araújo em cima de uma moto em Alagoa Nova
Em cima de sua moto de 250 cilindradas, comprada há menos de um ano, o agricultor Murilo Araújo de Sousa se sente livre. E corre muito. A moto corta as estradas estreitas de curvas fechadas do Brejo paraibano sem dificuldades. Não existe obstáculo que impeça o agricultor de redesenhar os sinais dos novos tempos. Para quem está acostumado a tanger o gado, subir na máquina e desbravar a terra dura do semiárido do Estado é uma diversão que o mundo moderno lhe proporciona. Aos 28 anos, morador do sítio Bom Jesus, na zona rural de Alagoa Nova, ele é um dos tantos paraibanos que aposentaram os velhos jumentos e cavalos para se equilibrar em cima de duas rodas, confirmando uma tendência nacional.

O transporte deixou de ser exclusividade do trânsito da capital João Pessoa e invadiu o interior paraibano, chegando com força na zona rural. Das 223 cidades paraibanas é difícil não vê uma pessoa montada em uma moto. E fazem de tudo com ela. O veículo, que chegou ao interior da Paraíba como redenção, mudou a rotina do homem simples da roça e facilitou a vida de muita gente. Aos olhos do homem do campo, a moto virou necessidade. Um meio de transporte rápido, equipamento auxiliar a pecuária e, claro, fonte de renda. Murilo não vive mais sem o transporte de duas rodas e está nela às 7h, quando o gado é tangido para o pasto, e às 16h, quando é levado de volta ao curral. “Aqui o pessoal só toca a boiada de moto”, conta.

Os cavalos de motores mudaram a realidade no interior paraibano. O fenômeno dos mototáxis, que invadiu as grandes cidades, é apenas um reflexo da nova realidade no interior. O sinal dos novos tempos está escrito no chão, riscado na terra, nos estreitos caminhos que interligam fazendas e sítios. Entre pegadas de bois e vacas, marcas de pneus redesenham a imagem das zonas rurais paraibanas. Saem os jegues, pangarés e cavalos de raça; entram os cavalos dos motores das motocicletas, mais rápidos e econômicos que os concorrentes de carne e osso. Uma mudança de cultura impulsionada pelos novos tempos.

O agricultor João Pereira Oliveira Araújo, 52 anos, morador da Rua Patrícia Freire, centro de Alagoa Nova, não sabe mais viver sem a moto. Comprou a primeira máquina há 16 anos. Desde então, nunca mais deixou a moto de lado. Nesse tempo já comprou três veículos motorizados e aposentou de vez o jumento. Com a moto, João Pereira faz de tudo. Ela encurta distâncias e diminui o tempo em que as atividades do campo são realizadas.

A moto é companheira inseparável de todos os dias. O agricultor, que é casado e pai de quatro filhos, ganha a vida em cima de duas rodas. Por dia faz pelo menos quatro viagens para o Sítio Ourique, onde entrega o leite retirado de uma das fazendas da cidade. A estrada de terra e a paisagem fechada da zona rural não são obstáculos. No inverno, quando as estradas ficam cheias de lama, João Pereira só consegue passar na moto.

Na cidade de Fagundes, no Agreste do Estado, as motos disputam espaço com burros, cavalos, pessoas e carros. Estão em toda a parte. Magno Martins de Andrade, de 30 anos, morador do Sítio Candeia, viu na motocicleta a chance de aumentar a renda e resolveu arriscar. Na cidade onde mora, a quase 120 km de João Pessoa, as motos estão em toda a parte. Uma é de Magno. Com ela, o agricultor carrega leite de vaca das fazendas dos pequenos produtores até uma empresa de laticínios da área rural. ”Com a moto eu faço de tudo. Carrego leite, gás de cozinha e a feira, além de levar os meninos para a escola”, contou.

Desde que a moto chegou à cidade, ele abandonou o velho jumento e, hoje, só anda sob duas rodas. Nela, tira o sustento para criar os dois filhos e a esposa Jeane Pereira da Silva. O agricultor conta que, todos os dias, acorda cedo, por volta das 4h, e vai tirar o leite do gado. Minutos depois já está em cima da moto carregando o leite para o sítio Cumbe e outros sítios da região. O irmão de Magno, o agricultor Luciano Martins de Andrade, também viu na moto um meio de ganhar a vida e aposentou o jumento. Ele criou uma fábrica artesanal de queijo e distribui o produto para a região em cima da moto. “Sem a moto o negócio não iria prosperar”, revelou. 

A moto é o veículo que mais se adequa ao bolso e aos caminhos percorridos por Luciano Martins. Em meses de chuva, um riacho transborda e fica impossível passar de carro para o outro lado, onde fica boa parte das criações de gado da área. Com o cavalo mecânico, ele recolhe o leite da propriedade de vários fornecedores, inclusive do irmão Magno.

Sumé, no Cariri paraibano, é um pedaço desse novo retrato que se revela aos olhos de quem trafega pelas entranhas dos estados nordestinos. Nas fazendas de um de seus povoados, os torrões, bois são trocados por motos que, por sua vez, tangem o gado, transportam o leite e carregam na garupa animais recém-abatidos. A moto virou multiuso e já se transformou em um dos principais meios de transportes da cidade.

A dona de casa Janeide Oliveira, 48 anos, há muito tempo aposentou a máquina de costurar. Trocou a máquina por uma moto. É com ela que ganha a vida entregando iogurte na zona rural da cidade. Com a atividade realizada graças ao transporte, cria os três filhos. “É um transporte que me ajuda muito”, conta.

As motos chegaram mesmo para mudar o interior. Nas grandes cidades, elas estão ao alcance dos olhos e do bolso de todos. O comerciante Gilvan da Silva, morador de Vila Santa Terezinha, encontrou na moto um meio de ganhar a vida. Ele já trabalhou em várias funções, mas a atividade que mais se encaixou com a sua realidade foi a exercida em uma moto. Ele passa quase 12 horas em cima da máquina entregando gás. “A moto é o meu ‘ganha pão’”, revela.

No Sertão, a moto chegou para mudar costumes. Em cidades como Sousa, Patos, Pombal e Cajazeiras não existem leis que impeçam os motoqueiros de subir no transporte e exibi-la como se fosse uma conquista, um produto de luxo. Eles cortam a cidade de um lado para o outro, se expondo ao perigo e ignorando o risco de acidentes.

Que o diga agricultor João Hélio, 43 anos, morador do bairro Jardim Brasília. Desde a juventude, como muitos donos de terras da região, ele já andou muito de cavalo. Há mais de cinco anos, não sobe em um animal. E não sente falta. Trocou a cela pelo assento da moto. Nas suas terras, o ronco da motocicleta corta o ar pelo menos duas vezes ao dia. No bairro Vila Nova, em Cajazeiras, as motos também estão em toda a parte.

A engenheira Valéria Barros, assessora técnica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), conta que vários fatores explicam a paixão dos brasileiros, especialmente dos paraibanos, por motos. O espírito de aventura e as facilidades para adquirir o veículo impulsionam a população a adquirir o transporte. Um território sem lei e sem xerife nas cidades interioranas No novo Nordeste que anda sob duas rodas falta de tudo quando o assunto é moto. Leis, respeito à vida e ordem. O município de Fagundes, localizado a mais de 120 km da capital João Pessoa, vive uma situação comum das grandes cidades brasileiras: a inexistência de fiscalização no tráfego de motocicletas.

Na cidade é possível constatar a circulação de duas ou três pessoas, sem o acessório de segurança, em uma única moto. Apesar do alto índice de acidente de trânsito com motocicletas, os motociclistas continuam expondo suas vidas, de suas mulheres, namoradas e filhos circulando sem capacete. Na avenida principal da cidade, a cada instante passam motociclistas sem capacetes, alguns levando crianças e idosos na carona.

As motos que disputam espaço com os pedestres e carros circulam irregularmente. O ambientalista Arame Fablício conta que 90% das motos da cidade estão com licenciamento atrasado. A falta de fiscalização contribui para que a irregularidade permaneça.

Em Galante, distrito de Campina Grande, a situação se repete. A localidade parece ser uma terra sem lei. As motos riscam o chão do distrito e correm de um lado para outro. Os pilotos se exibem, se arriscam brincando com a vida. Em todos os cantos, se vê pessoas pilotando os veículos sem usar o capacete. Muitos transportam crianças e até mais de duas pessoas na garupa. Questionado sobre a irregularidade, o agricultor João da Silva disse que é normal e não se importava. Até mesmo quem foi eleito para fazer leis ignora as infrações de trânsito. Um vereador que tem atuação no distrito confirmou que lá ninguém tem essa preocupação, visto que não se trata de uma grande cidade. “Aqui isso é comum”, revelou.

Ausente de uma fiscalização mais rigorosa, as cidades do interior vêm contabilizando mortes de jovens por acidente de moto e, na maioria dos casos, as vítimas não usavam capacetes e, às vezes, estavam embriagadas. Em Taperoá a fiscalização também anda precária. Não há delegado na cidade para apurar as causas dos acidentes e os poucos policiais que fazem rondas são insuficientes para conter as infrações.

E o que dizer de Queimadas? Na cidade do Agreste da Paraíba, o capacete é um acessório desconhecido de muitos. As motos circulam pela cidade expondo a população ao risco. Em cada rua, em toda esquina, subindo e descendo as ladeiras é fácil avistar mais de duas pessoas em cima de uma moto sem capacete. Em alguns casos, o veículo transporta até três e quatro pessoas de uma só vez. O agricultor José da Silva, morador da zona rural, confessou que costuma transportar a esposa e o filho menor no veículo. Ele está com o emplacamento da moto atrasada e não se preocupa em andar sem capacete. As motos estão sempre se encontrando em Queimadas. Uma cortando a outra.

Alagoa Nova, situada no Brejo paraibano, é o paraíso das motos. Em cima dos "cavalos motores" acontecem coisas que até “Deus” duvida. Só mesmo vendo para crê. Crianças pilotando motos com adultos na garupa; idosos se equilibrando sob as duas rodas; entre outras infrações. Imprudência e desrespeito à vida que transformam a cidade em uma das campeãs de acidentes. Na rua principal da cidade e na travessa Manuel Pereira as motos riscam o asfalto de um lado para o outro. Adolescentes transportam crianças e até bebês sem qualquer segurança. "Aqui muitas motos circulam sem o licenciamento. Os acidentes são constantes", revela o agricultor João Pereira. 

O comandante da CPTRAN garante que o órgão tem agido. Entre junho e outubro, várias equipes foram distribuídas realizando blitzens em cidades como Esperança, Alcantil, Queimadas, Cubati, Olivedos, Serra Branca, Assunção, Boqueirão, Pocinhos, Areial, Lagoa Seca entre outras. Em todas as cidades foram encontradas irregulares e dezenas de motos foram apreendidas. O pátio da Cptran, em Campina Grande, está cheio de motos. "A fiscalização vai continuar. Estamos nas ruas", garantiu em entrevista ao PBAgora.

De acordo com o comandante, as maiores irregularidades registradas nas cidades do interior paraibano são o não uso do capacete, o licenciamento atrasado e a falta de habilitação. O comandante observa que a moto, principalmente as cinquentinhas, viraram uma "febre" no interior, sendo que em muitas cidades o número de transporte circulando cresceu em mais de 100%. Há cidade em que as lojas chegam a vender 700 cinquentinhas por mês. "Tudo isso contribuiu para o crescimento desse fenômeno", disse.

Uma epidemia que dá medo

As estatísticas são alarmantes e dão medo. Todos os dias, nas horas mais imprevisíveis, um acidente de moto acontece na Paraíba. Subir em uma moto, acelerar fundo e avançar rumo ao desconhecido é um risco. O perigo pode está na frente, na próxima esquina. Entre o sinal vermelho e o amarelo, o perigo pode surgir. E se não tiver cuidado o choque inevitável. Ou a queda fatal. As mortes em veículos de duas rodas chegam a 36% nas BRs da Paraíba, segundo dados preocupantes da Polícia Rodoviária Federal.

O problema ganhou contornos assustadores com o recente crescimento econômico, que aumentou o poder de consumo de parte significativa da população, mas atropelou etapas fundamentais de qualquer processo de desenvolvimento. De acordo com a engenheira em trânsito, Valéria Barros, a estrutura social - educação, trânsito, transporte e saúde - entrou em colapso com a onda desenfreada de consumo de motos e motonetas.

De mãos atadas, o país assiste ao extermínio diário de pessoas saudáveis, quase sempre no auge da vida produtiva, conforme relatou ao PBAgora o médico ortopetista Crismarco Rodrigues, que tem uma clínica particular e trabalha no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes. Com 20 anos de profissão, o médico já perdeu a conta das cirurgias que realizou em pessoas vítimas de acidente de motos. Ele garante que a moto é o transporte que mais mutila pessoas. Quando não mata, deixa sequelas para sempre. "É um transporte perigoso", frisa.

Dentro de hospitais como o Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, e o Hospital de Trauma de João Pessoa (os dois maiores hospitais públicos do Estado), o cenário remete a uma guerra. São homens e mulheres, sobretudo jovens, com lacerações, amputações, fixadores de aço e fêmures fraturados. É absolutamente comum entrar em enfermarias ocupadas só por acidentados de motos.

A nova epidemia tem devastado uma geração. No novo Nordeste, impulsionado pelo crescimento econômico que fortaleceu as classes C e D, não são mais as doenças do subdesenvolvimento, nem a violência, que preocupam médicos e gestores de hospitais. "É, sem dúvida, uma epidemia incontrolável", define o médico Geraldo Medeiros, diretor do Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes.

Em cinco anos, mais de 20 mil pessoas foram atendidas no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Somente este ano, entre janeiro e outubro, foram mais de 7.186 atendimentos a vítimas do chamado transporte de duas rodas, contra 7.823 registrados durante todo o ano de 2011. Além da quantidade, o que também compromete o funcionamento da saúde pública é o grave quadro desses acidentados - quase sempre politraumatizados e infectados.


O custo é absurdo. A média é de R$ 1,3 mil por dia para cada paciente no leito. Um fixador custa R$ 4 mil. De acordo com o diretor técnico da unidade, Flawber Cruz, as despesas com órteses e próteses do Dom Luiz passou de R$ 22 mil para quase R$ 80 mil. O diretor do Hospital, Geraldo Medeiros, foi além e revelou que, por ano, o Estado gasta mais de R$ 7 milhões para custear o tratamento dos acidentados com motos. O impacto social é inevitável. E os números crescem a cada dia, principalmente nas rodovias federais que cortam o Estado.


De acordo com um levantamento da Polícia Rodoviária Federal, nos últimos cinco anos, os acidentes com veículos motorizados de duas rodas (motocicletas, motonetas e ciclomotores), nas rodovias federais que cortam o estado da Paraíba tomaram proporções inaceitáveis.

Os acidentes envolvendo motos foram responsáveis por 22,16% do total de ocorrências, entre os períodos de 2007 a 2011, quando foram registrados, nas estradas paraibanas, 2.956 acidentes, com 3.660 feridos e 266 mortos. A Frota -A interiorização do transporte no Nordeste é uma realidade sem volta. Símbolo dos novos tempos, o veículo se tornou objeto indispensável de milhares de pessoas.

Na Paraíba, são mais de 335 mil veículos, segundo dados do Detran. A quantidade de motos circulando no Estado já representa 42,17% do total da frota paraibana de veículos, que já ultrapassa os 800 mil carros. Entre 2000 e 2012, o número desse tipo de transporte cresceu mais 539%, tendo saltado de 51.962 motocicletas para quase 335 mil este ano. Ao considerar somente as motocicletas, a evolução da frota aponta um crescimento de 629% em João Pessoa e 377% em Campina Grande. Mesmo assim, a maioria dos veículos está mesmo no interior. Dos mais de 300 mil veículos registrados pelo Detran pouco mais de 90.571 estão na capital e 61.068 em Campina. As demais estão nos sítios, roças e fazendas, mudando a forma de trabalhar do homem do campo.




Por Severino Lopes










MSN está com os dias contados. Microsoft planeja fim do programa já para os próximos dias

A Microsoft vai aposentar seu serviço de mensagens instantâneas Windows Live Messenger (mais conhecido como “MSN” ou “Messenger”). Em seu lugar, a empresa promoverá o Skype, comprado em 2011 e que também pode ser usado para esse tipo de comunicação. A informação foi publicada pelo site The Verge.

Há algum tempo, o MSN vem perdendo terreno para outras ferramentas de comunicação instantânea como o GTalk (do Gmail), o chat do Facebook e o próprio Skype. A Microsoft quer fundir o velho aplicativo de conversa com o Skype para depois encerrá-lo. Não há previsão de quando o processo se concretizará.

A integração do MSN com o Skype já tem acontecido. O Skype usa os sistemas do Messenger para 80% de suas mensagens instantâneas e para boa parte de suas chamadas.

A Microsoft acaba de lançar novos aplicativos Skype para Windows 8 e Windows Phone 8.


Estadão

Empresário foi o mentor do sequestro da irmã de Hulk


A polícia Civil de Campina Grande conseguiu descobrir, depois de prender dois acusados do sequestro de Angélica Irmã do jogador Hulk, que o mentor do caso foi o dono de um restaurante onde a moça trabalhava como nutricionista. Angélica Aparecida reapareceu na manhã desta terça-feira (6).

O delegado geral de Campina Grande, André Gadelha, disse que já sabe onde fica o local do cativeiro (foto ao lado), que fica cerca de 1 km de onde ela foi abordada, no bairro do Catolé.

Segundo Gadelha, os sequestradores teriam se desentendido quanto ao valor do resgate, ficando assustados com a repercussão do caso na imprensa e acabaram soltando Angélica.

O caso

Angélica Aparecida Vieira, irmã mais nova do atacante Hulk, foi vista entrando na casa dos pais por volta das 12h (horário de Brasília) da terça-feira (6), no bairro Alto Branco, em Campina Grande. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Radar Sertanejo

sábado, 3 de novembro de 2012

Globo Rural destaca cenário desolador no Vale do Piancó provocado pela seca

A falta de chuva secou açudes, prejudicou lavouras, transformou a paisagem. Na propriedade de José Neto, em Pedra Branca, no sertão do estado, a vegetação que servia de alimento para o gado, secou. Sem ter como sustentar os animais, ele tentou vender o rebanho de 30 cabeças, mas só conseguiu negociar os animais que estavam em melhor estado.

Os que restaram, procuram tirar dali mesmo algum alimento, sem sucesso. O criador diz nunca ter sentido de maneira tão severa os efeitos de uma seca. “É muito triste ver um animal com fome e não ter condições de salvá-lo”.

A maioria dos pequenos criadores da região vive situação semelhante na região do Vale do Piancó. Por causa disso, é comum ver cenas de verdadeiros cemitérios de animais a céu aberto.

Às margens da rodovia, dezenas de animais mortos estão espalhados pelo caminho. Para conseguir andar é preciso desviar de ossos e carcaças que restaram.

Para não perder mais nenhum animal, Daniel Carvalho, de 61 anos, luta para manter o resto do rebanho. Ele começa bem cedo, prepara a carroça e saí em busca de mandacarú, uma planta típica do semiárido nordestino e resistente à seca. Na propriedade, ele queima os espinhos e tritura, depois mistura com farelo de galhos secos e serve para os animais. O rebanho magro e faminto não perde tempo.

Sem a principal fonte de renda, os criadores estão sobrevivendo do Bolsa-Família, benefício do Governo Federal.

Preocupado com a situação dos moradores da zona rural, o padre do município, Djacir Brasileiro, teve a ideia de publicar fotos e relatos na internet. Ele pretende chamar atenção para o drama vivido pelos sertanejos.




Globo Rural

Seca no Nordeste: 'Agricultores do Piauí dividem a água com animais', diz o jornal


O retrato no interior dos Estados é de desolação, com gado morto e safras de milho,feijão e arroz perdidas. Os prejuízos na agricultura dos dois Estados atingem 90% da produção.

No Piauí, o trabalhador rural está sobrevivendo dos programas do governo, como a Bolsa Estiagem, Bolsa Família e Seguro- safra. Eles não têm o que comer e falta água para consumo humano e animal. De 224 municípios, 184 prefeitos do Estado decretaram estado de emergência.

O agricultor Francisco Rufino, de Solonópole, no Ceará, teve de sair do campo e migrar para a cidade para sobreviver com o seguro-safra que recebeu. "Não dava mais para continuar no campo. Não tinha uma gota de água sequer", lamenta.

As pessoas que vivem no semi-árido do Piauí dividimos pontos de água com os animais. A água não tem mais qualidade, por causa do baixo nível dos reservatórios. Ela já se mistura ao barro em razão da evaporação natural sob um sol de 40 graus e a coleta é feita pelos populares e pelos carros-pipa.

No município de Caracol, a 605 quilômetros de Teresina, o Frade franciscano Frei Jonecildo da Silva Cruz comenta que "nos últimos 50 anos, esta é a pior seca nesta região".

Em Picos, a 306 quilômetros de Teresina, o criador Rovilson Leal Pereira, morador do povoado Angical dos Domingos, resolveu levar o que restava do rebanho para o município de Elesbão Veloso, cerca de 150 quilômetros de distância, para evitar a morte dos animais. "Aqui não tinha pasto para eles porque não choveu. O gado morreria de fome se eu o deixasse aqui".





Da Redação com 180 Graus

TEM QUE SABER ATIRAR MUITO BEM, PORQUE CORRER...


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